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<title>FAQs - OSantuario.com.br - &amp;Uacute;ltimos 5 registros:</title>
<description>..:: Perguntas e Respostas ::..</description>
<link>http://www.osantuario.com.br/faqs</link>	<item>
		<title><![CDATA[Segundo o teologo Dr. Samuelle (erudito adventista),os sabados de col 2:16 poder ser entendidos como o sabados semanais,porque os sabados cerimoniais ja estão incluídos na expressão "dias de festa".Sendo assim devido o verso 17 dizer que tudo isso são sombras, seria o setimo dia uma sombra, tornando o descanso do setimo dia abolido? Se não, qual o sentidos de sombras ?]]></title>
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<![endif]--><span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">Acho bastante interessante o fato de que nesta passagem as coisas se
invertem, pois a maioria dos grandes teólogos posicionam-se dizendo que Cl 2:16
não pode estar falando sobre o sábado semanal, enquanto o erudito adventista
(Dr. Sammuelle Bacchiochi) afirma que sim.</span>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">Acontece que o erudito adventista mostra que o argumento de que a
referência de Paulo a “dias de festa”, “luas novas” e “sábados” (2:16), que são
“sombra das coisas que haviam de vir” (vs. 17) . . . não indica realmente que
Paulo está discutindo a lei de Moisés pregada na cruz. Paulo não está falando
nada contra as observâncias dessas práticas, e sim contra quem quer que passe
julgamento sobre o comer, beber e observar os tempos sagrados.</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">A grosso modo diz: [ninguém pois julgue] e não [ninguém pois guarde].</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">Deve-se notar o fato de que o juiz que passa julgamento aqui não é
Paulo, mas os falsos mestres colossenses que impõem “ordenanças” (2:20) sobre
como observar essas práticas a fim de se atingir “rigor ascético”. No verso 22
ele fala que tais ordenanças são “preceitos e doutrinas dos homens” que “com o
uso se destroem”. Portanto, dificilmente ele iria referir-se às leis dadas por
intermédio de Moisés como “doutrinas dos homens”.</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">O erudito adventista até cita um outro erudito evangélico, Prof. De
Lacey, que corretamente comenta sobre Cl 2:16: “<em>o juiz provavelmente seria
um homem de tendências ascéticas que objeta ao comer e beber dos colossenses. O
modo mais natural de entender-se o restante da passagem não é que ele também
imponha um ritual de dias festivos, mas que faz objeção a certos elementos de
tal observância</em>” (p. 182). <em>Presumivelmente o “juiz” desejava que a
comunidade observasse essas práticas numa forma mais ascética (“rigor
ascético”--2:23, 21), ou, para deixar em termos mais claros: menos festa e mais
jejum.</em></span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">Paulo está desafiando não a validade dos festivais, mas a autoridade dos
falsos mestres de “julgar”, ou seja, legislar a respeito da modalidade de suas
práticas, que incluem a guarda do sábado. Para expressar doutro modo, o que
Paulo está condenando não são as práticas em si, mas a perversão promovidas
pelos falsos mestres.</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">O contexto da passagem deve ser analisada a luz dos versos anteriores
onde surge "escrito de dívida".que é cravado na cruz. O termo grego
para [escrito] é encontrado em Cl 2:14, que em grego é [cheirographon]. Segundo
o Léxico Grego de Strong (Sociedade Bíblica do Brasil), a palavra possui os
seguintes significados:</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">1) Manuscrito, o que alguém escreveu por sua própria mão;</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">2) Nota manuscrita na qual alguém reconhece que recebeu dinheiro como
depositário ou por empréstimo, e que será devolvido no tempo determinado;</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">Desse modo, Paulo não está dizendo que a Lei de Deus ou um dia
específico foi abolido, pois o termo não é sinônimo de [nomos - lei]. O que é
então cravado na cruz são os relatos de nossos pecados que [era contra nós].
Esse relato é semelhante a uma nota promissória que Jesus pagou, de modo que
não mais estamos em débito para com Deus e sua santa lei. Assim não estamos
mais destinados a morte eterna. (Rm 6:23).</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">Um ponto importante é que em TODO o livro de Colossenses não há o termo
grego [nomos - lei], ou seja, o tema ou objetivo aos Colossos não era a lei,
não era o assunto em questão.</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">A lei moral assinala o pecado (Rm 3:20; 7:7) e também é uma representação
do caráter [santo, justo e bom] de quem  a promulgou (Rm 7:12). Para
Paulo, a lei confirmava o evangelho (Rm 3:31).</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">A interpretação de que “sombra” refere-se à lei de Moises, ignora os
respectivos contextos de ditas passagens. Em Hebreus o termo “sombra-skia” é
empregado para estabelecer uma correspondência vertical entre o santuário
celeste e o terrestre, sendo o terestre uma “sombra” ou “tipo” do celeste.</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">Em Cl 2:17, contudo, o que antecede a “sombra” não parece absolutamente
claro. O texto declara “tudo isso tem sido sombra das cousas que haviam de vir,
porém o corpo é de Cristo” (Cl 2:17). A que o pronome relativo “tudo isso” (ha
em grego) se refere? Acaso faz referência às cinco práticas mencionadas no
verso anterior, ou às “ordenanças (dogmata) concernentes a essas práticas
promovidas pelos falsos mestres?</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">Note-se primeiramente, que no vs. 16 Paulo não está advertindo contra os
méritos ou deméritos da lei mosaica concernente a alimentos e festivais, mas
contra as “ordenanças” a respeito dessas práticas, advogadas pelos falsos
mestres. Destarte, é mais plausível admitir que as “ordenanças”, antes que as
práticas mesmas, sejam o que antecede “tudo isso”.</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">Em segundo lugar, nos versos que se seguem imediatamente, Paulo
prossegue sua advertência contra os ensinos enganosos, declarando, por exemplo,
“Ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretextando humildade. . .” (2:18).
“Por que . . . vos sujeitais a ordenanças: Não manuseies isto, não proves
aquilo, não toques aquiloutro” (2:20-21)?<br />
<br />
Uma vez que o que precede e o que se segue a esse pronome relativo “isto tudo”
trata com as “ordenanças” da filosofia colossense, concluímos que é o último
item que Paulo descreve como “sombra das coisas que haviam de vir” (2:17).</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">Presumivelmente, os proponentes da “filosofia” colossense mantinham que
suas “ordenanças” representavam uma cópia que capacitasse o crente a ter acesso
à realidade (“plenitude”). Em tal caso, Paulo está fazendo o argumento deles
voltar contra eles ao declarar que suas ordenanças “têm sido sombra das coisas
que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo” (2:17). Ao dar ênfase ao fato de
que Cristo é o “corpo” e “cabeça” (2:17, 19), Paulo indica que qualquer
“sombra” lançada pelas ordenanças não tem valor significativo.<br />
<br />
Conclui-se que o que Paulo designa como “sombra” não é a lei mosaica ou o
sábado, mas os ensinos enganosos da “filosofia” colossense que promovia
práticas dietéticas e observância de tempos sagrados como meios auxiliares para
a salvação. Então, parece que há duas “palavras-chave” nessa discussão: </span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">a) o sentido de cheirographon-escrito de dívidas, e</span>
</p>
<p style="text-align: justify; line-height: normal" class="MsoNormal">
<span style="font-size: 9pt; font-family: "Times New Roman","serif"">b) de “sombra”. Sobre o primeiro termo, já discuti o suficiente para
demonstrar que o sentido não é nenhum código de leis, pois estas não são CONTRA
os filhos de Deus, mas os pecados registrados no escrito de dívidas. Aí, sim,
faz sentido ser CONTRA nós.<br />
<br />
Deve-se notar que o verbo no original grego está no tempo presente--”são
(estin) sombra”, NÃO no passado. Muitos evangélicos alteram o verbo para o
passado como sendo “eram sombras”, ou, como consta de certas versões bíblicas,
“têm sido sombra”, a fim de apoiarem sua alegação de que sua função havia
cessado inteiramente com a vinda de Cristo. Todavia, esse verbo no tempo
presente significa que, refira-se o “tudo isso” às cinco práticas mencionadas
no verso anterior ou às “ordenanças” concernentes a essas práticas promovidas
pelos falsos mestres, Paulo não está pondo em disputa sua legitimidade, mas
situando-as em sua apropriada perspectiva com Cristo, por meio do contraste
“sombra-realidade”.</span>
</p>
]]></description>
		<link>http://www.osantuario.com.br/faqs/index.php?action=artikel&amp;cat=6&amp;id=633&amp;artlang=pt-br</link>
		<pubDate>Sat, 17 Jul 2010 21:22:00 GMT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[Já ouvi alguém dizer: "Deus determinou com antecedëncia quem irá se salvar e quem irá se perder", está correto?]]></title>
		<description><![CDATA[<p>
Marques responde:
</p>
<p>
Há um pensamento que diz: "Está no controle da situação não significa manipular o processo". 
</p>
<p>
Claro que Deus sabe quem vai ser salvo e quem se perderá, Ele é “perfeito em conhecimento” (Jó 37:16) e “conhece todas as coisas” (1Jo 3:20), inclusive “o que há de acontecer” (Is 46:10). Mas esse conhecimento divino, que é absoluto mas não-causativo, não restringe de qualquer forma a liberdade humana de escolher o caminho da salvação ou da perdição. 
</p>
<p>
A Bíblia deixa claro que o mesmo Deus que “faz nascer o sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos” (Mt 5:45) também oferece a salvação a todos igualmente. Ele não apenas ordena que o evangelho seja pregado “a toda criatura” (Mc 16:75), mas também convida: “Ah! Todos vós os que tendes sede, vinde às águas...” (Is 55:1) e “Vinde a Mim, todos...” (Mt 11:28). O mesmo conceito da imparcialidade divina é apresentado pelo apóstolo Pedro em sua declaração: “Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que O teme e faz o que é justo Lhe é aceitável” (At 10:34 e 35). 
</p>
<p>
Deus “deseja que todos os homens sejam salvos” (1Tm 2:4) e “que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe 3:9). Como poderia o apóstolo Paulo haver instado a “que todos, em toda parte, se arrependam” (At 17:30), se nem todos pudessem se arrepender? Em Tt 2:11 diz que "a graça se há manifestado a TODOS os homens...". Embora a salvação seja oferecida gratuitamente a todos indistintamente, somente aqueles que a aceitam pela fé serão salvos (Ef 2:8-10). “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16). A perdição dos ímpios não é, portanto, o resultado de um decreto divino arbitrário, mas sim a conseqüência natural de haverem rejeitado individualmente a oferta de salvação. 
</p>
<p>
Embora Deus haja predestinado à salvação todos os que voluntariamente aceitam a Cristo (Ef 1:3-14), Ele não predestinou ninguém para a perdição. Que compete ao próprio homem (e não a Deus) escolher o seu destino é óbvio nas seguintes palavras de Josué 24:15: “Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” O Novo Testamento esclarece que mesmo os eleitos do Senhor podem cair da salvação, ao se afastarem de Cristo (Hb 6:4-6). Por essa razão, o apóstolo Paulo declarou: “Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (1Co 9:27). E é pelo mesmo motivo que Cristo disse que somente os que perseverarem até o fim serão salvos (Mt 10:22; 24:13; Mc 13:13).
</p>
<p>
Portanto, embora o homem seja completamente incapaz de salvar-se a si mesmo, ele pode escolher permitir que Deus o salve ou não.
</p>
]]></description>
		<link>http://www.osantuario.com.br/faqs/index.php?action=artikel&amp;cat=9&amp;id=632&amp;artlang=pt-br</link>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 11:33:00 GMT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[Como surgiu a idéia de inferno eterno?]]></title>
		<description><![CDATA[Entre os antigos pagãos havia noções de um outro mundo no qual os espíritos dos mortos viviam conscientes. Essa crença, somada à noção de que entre os seres humanos existem pessoas boas e pessoas más que não podem conviver para sempre juntas, levou antigos judeus e cristãos a crerem que, além do paraíso para os bons, existe também um inferno para os maus.<br />
<br />
Muitos eruditos criam que a noção de um inferno de tormento para os ímpios derivara do pensamento persa. Mas em meados do século 20 essa teoria já havia perdido muito de sua força, diante das novas investigações que enfatizavam a influência grega sobre os escritos apocalípticos judaicos do 2.o século<br />
a.C. Tal ênfase parece correta, pois na literatura greco-clássica aparecem alusões a um lugar de tormento para os maus. Por exemplo, a famosa Odisséia de Homero (rapsódia 11) descreve uma pretensa viagem de Ulisses à região inferior do Hades, onde mantém diálogo com a alma de vários mortos que sofriam pelos maus atos deles. <br />
<br />
Também Platão, em sua obra A República, alega que “a nossa alma é imortal e nunca perece”. Por contraste, o Antigo Testamento afirma que o ser humano é uma alma mortal (ver Gn 2:7; Ez 18:20); que ele permanece em estado de completa inconsciência na morte (ver Sl 6:5; 115:17; Ec 3:19 e 20; 9:5 e 10); e que os ímpios serão aniquilados no juízo final (ver Ml 4:1). Mas tais ensinamentos bíblicos não conseguiram impedir que o judaísmo do 2.o século a.C. começasse a absorver gradativamente as teorias gregas da imortalidade natural da alma e de um lugar de tormento onde já se encontram as almas dos ímpios mortos. Esse lugar de tormento era normalmente denominado pelos termos Hades e Sheol.<br />
<br />
Já nos apócrifos judaicos transparecem as noções de uma espécie de purgatório (Sabedoria 3:1-9) e de orações pelos mortos (II Macabeus 12:42-46). Mas o pseudepígrafo judaico de I Enoque (103:7) assevera explicitamente: “Vocês mesmos sabem que eles [os pecadores] trarão as almas de vocês à região inferior do Sheol; e eles experimentarão o mal e grande tribulação – em trevas, redes e chamas<br />
ardentes.” Também o livro de IV Enoque (4:41) fala que “no Hades as câmaras das almas são como o útero”. A idéia básica sugerida é a de uma alma imortal que sobrevive conscientemente à morte do corpo.<br />
<br />
O Novo Testamento, por sua vez, fala acerca da morte como um sono (ver Jo 11:11-14; I Co 15:6, 18, 20 e 51; I Ts 4:13-15; II Pe 3:4) e da ressurreição como a única esperança de vida eterna (ver Jo 5:28 e 29; I Co 15:1-58; I Ts 4:13-18). Mas o cristianismo pós-apostólico também não conseguiu resistir por muito tempo à tentação paganizadora da cultura greco-romana, e passou a incorporar as teorias da<br />
imortalidade natural da alma e de um inferno de tormento já presente. Uma das mais importantes exposições medievais do assunto aparece em A Divina Comédia, de Dante Alighieri, cujo conteúdo está dividido em “Inferno”, “Purgatório” e “Paraíso”.<br />
Além de conflitar com os ensinos do Antigo e do Novo Testamento, a teoria de um inferno eterno também conspira contra a justiça e o poder de Deus. Por que uma criança impenitente, que viveu apenas doze anos, deveria ser punida nas chamas infernais por toda a eternidade? Não seria essa uma pena desproporcional e injusta (ver Ap 20:11-13)? Se o mal teve um início, mas não terá fim, não significa isso que Deus é incapaz de erradicá-lo, a fim de conduzir o Universo à sua perfeição original?<br />
<br />
Cremos, portanto, que a teoria de um tormento eterno no inferno é antibíblica e conflitante com o caráter justo e misericordioso de Deus.
]]></description>
		<link>http://www.osantuario.com.br/faqs/index.php?action=artikel&amp;cat=3&amp;id=630&amp;artlang=pt-br</link>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 22:27:00 GMT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[Gostaria de saber o que significa o ritual de se colocar sangue na orelha e no dedo do pé do sacerdote.]]></title>
		<description><![CDATA[<p>
Marques responde:
</p>
<p>
Embora a lição fosse aos líderes, ela pode ser perfeitamente aplicada a todos. De forma homilética podemos dizer que devemos desempenhar o trabalhado do Senhor da melhor forma, estava sendo apresentado a importância de tomar 3 grandes decisões na vida, a saber:
</p>
<p>
1) Estar disposto a ESCUTAR a voz de Deus (NA ORELHA DIREITA)
</p>
<p>
O cristão leva consigo diversas responsabilidades, das quais a mais importante é obedecer fielmente ao Senhor, isso inclui evitar falar, pensar e agir a partir da perspectiva humana, estar disposto a ouvir os conselhos e orientações divinas, fechar os ouvidos para o mal e aceitar pela fé o que Deus determinar, ainda que isso lhe custe caro demais ou seja contra a própria vontade. A consagração do serviço a Deus deve acontecer a partir do momento em que assumimos nosso posto nas fileiras de Cristo, devemos atender diligentemente as Suas ordens pois "...obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor do que a gordura de carneiros" (1Sm 15:22). 
</p>
<p>
2) Estar disposto a REALIZAR o serviço (MÃO DIREITA)
</p>
<p>
O cristão deve ser alguém que trabalhe com o que tem em suas mãos, realizando a obra do Senhor sempre com o propósito de servir segundo as necessidades do povo, mesmo tarefas aparentemente desconfortáveis se forem um pedido divino, representam para ele um objetivo a ser alcançado, todos os seus atos devem ser justos pois as mãos representam a obra da vida, o que realizamos, nossos atos visíveis de justiça. Disse Jesus: "Minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra. (Jo 4:34)
</p>
<p>
3) Estar disposto a ANDAR no caminho santo (DEDO DO PÉ DIREITO)
</p>
<p>
O cristão deve ter sempre a motivação de caminhar pelas veredas da justiça (Sl 23:3), posicionar-se do lado da verdade, defender seus princípios, ensinar, andar na luz e realizar os mandados de Deus da melhor forma, pois assim estará cumprindo seu propósito de existência.
</p>
<p>
Conclusão: Ouvindo a voz do Senhor, realizando sua vontade e andando na Sua presença teremos uma vida frutífera e cheia de bênçãos.
</p>
]]></description>
		<link>http://www.osantuario.com.br/faqs/index.php?action=artikel&amp;cat=9&amp;id=631&amp;artlang=pt-br</link>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 22:20:00 GMT</pubDate>
	</item>
	<item>
		<title><![CDATA[Por que a maioria dos evangélicos dizem que a Igreja Adventista é uma seita? Tenho visto muito isso.]]></title>
		<description><![CDATA[<p>Marques responde:</p><p>Esse inútil chavão demonstra falta de informação e desconhecimento. </p><p>Sabe-se que eruditos evangélicos têm reconhecido a Igreja Adventista do Sétimo Dia como umadenominação genuinamente cristã, alguns deles: Donald G. Barnhouse (presbiteriano), Walter R. Martin (batista) e Geoffrey J. Paxton (anglicano). Mas, a despeito disso, evangélicos brasileiros de tendência fundamentalista continuam insistindo que os adventistas devem ser considerados uma “seita” herética e não cristã.  O termo “seita” é geralmente um rótulo apologético e pejorativo, usado por líderes religiosos como um mecanismo de autodefesa, destinado a inibir as pessoas de se relacionarem com tais hereges.O que sugerem como defesa de que os adventistas devam ser considerados seita é a alegação de que advogam algumas doutrinas distintivas (como a observância do sábado, a inconsciência dos mortos, a destruição final dos ímpios, ojuízo investigativo pré-advento e o dom profético através de Ellen G. White) não compartilhadas pela maioria dos cristãos. Por trás dessa alegação está a teoria de que uma doutrina, para ser verdadeira, deve ser aceita pelo consenso da maioria dos cristãos, especialmente dos evangélicos. Embora devamos respeitar a opinião de outros, pois “na multidão de conselheiros há segurança” (Pv 11:14; ver 15:22), nem sempre a maioria está correta, Jesus era em sua época minoria. Mais importante do que um mero consenso doutrinário é certificarmo-nos de que as doutrinas que advogamos são realmente bíblicas. Toda vez que o consenso da maioria se opõe ao claro ensinamento bíblico, o cristão deve assumir a postura apostólica de que “antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29). </p><p>Os evangélicos calvinistas acreditam que o dom profético se extinguiu com a morte do apóstolo João, o último dos apóstolos. Por sua vez, os adventistas crêem que o dom profético foi concedido pelo Espírito Santo à igreja cristã, e não apenas aos apóstolos (ver Rm 12:6; 1Co 12:10, 28; Ef 4:11-14). O próprio apóstolo João orientou os cristãos a testarem os pretensos profetas, e não simplesmente rejeitá-los como se todos os demais fossem falsos (ver 1Jo 4:1). Assim,os adventistas aceitam Ellen White como uma profetisa verdadeira, embora não canônica.O fato de chamar um determinado grupo de seita não significa muito, pois até mesmo os primeiros cristãos foram considerados pelos judeus como uma “seita” (At 24:14; 28:22).</p><p> A questão básica não é tanto saber o que os apologetas modernosdizem, de forma preconceituosa, a respeito das “seitas”, mas o que diz a própria Bíblia sobre os ensinos desses grupos religiosos (ver Mt 7:21-23). O mais prudente seria a semelhança dos bereanos examinar as escrituras “para ver se as coisas” sãorealmente como as pessoas alegam ser (At 17:11).</p>]]></description>
		<link>http://www.osantuario.com.br/faqs/index.php?action=artikel&amp;cat=9&amp;id=629&amp;artlang=pt-br</link>
		<pubDate>Wed, 27 May 2009 19:26:00 GMT</pubDate>
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