O ensino bíblico do juízo pré-advento concede um senso de prestação de contas e valor
moral a nossa existência. Deus opera sobre o princípio do amor e liberdade e que por fim
todo o universo terá oportunidade de entender plenamente e aceitar a justiça e
misericórdia de Deus. A vindicação de sua justiça resultará na vindicação de Seu povo.
Uma das evidências mais claras de que Deus não está buscando novas informações mediante
um juízo investigativo é o juízo pós-advento dos impios. Esse julgamento, destina-se
a capacitar a humanidade redimida a entender mais plenamente a justiça de Deus em não
salvar os injustos. O próprio fato de que os perdidos não têm parte na primeira
ressurreição dos crentes (Ap 20:5) indica que Deus já decidiu o destino deles.
O Juizo não é para que Ele investigue ou lembre, é para os acusadores e para os outros seres criados atestarem o
justo julgamento. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos será digno de ter parte na primeira ressurreição.
Deus não está tentando decidir a quem condenar. Ele está tentando esclarecer as coisas na Terra. Esse juízo é uma
investigação sobre o que aconteceu. É uma investigação em que os fatos são revelados e a verdade é dita. Este registro que deve ser posto sob o olhar dos seres celestiais. Só então o juiz baixa o veredito, e esse veredito traz salvação para os justos de Deus por causa de sua relação com Cristo. Eles não estão apenas cobertos com as Suas "vestes de justiça". Tornaram-se parte do corpo de Cristo. Eles mesmos são um povo que trabalha pela justiça.
Deus publica o veredito para que todos o examinem. Primeiramente, os seres celestiais fazem isso, e em seguida,
declaram sua concordância com a sentença (Ap 5:11-14). Então, os remidos examinam o veredito e declaram que é justo (1Co 6:2 e 3; Ap 20:4). Finalmente, toda a humanidade, justos e ímpios, se curvam em submissão para confessar que o veredito de Deus é justo (Is 45:21-23; Fl 2:10; Ap 20:11-15). Os conceitos deste comentário estão contidos em Vernard Eller, Towering Babble, pg 104-109.
Contudo, antes de sua destruição final no término do milênio, Deus oferece à humanidade redimida a oportunidade de examinar os registros de suas vidas para entender a justiça de Seu julgamento e sentença final. É digno de nota que tanto antes de recompensar os crentes com a eterna salvação como antes de punir os descrentes com a destruição eterna, Deus convida todas as Suas criaturas morais para avaliarem a base de Seu julgamento.
O juízo investigativo tem seu fundamento bíblico basicamente nos textos: "Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada;" 1Pe. 4: 17; "... Temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo;" Ap. 14: 7.
Leia esta explanação sem pré-conceitos formados e permita que a bíblia seja a luz pra iluminar a verdadeira compreensão.
Os adventistas do 7o dia são acusados de terem eles mesmos criado ou inventado a doutrina do juízo investigativo, assim, para mostrar que o método de juízo por investigação é o método de Deus, trataremos a seguir do tema ainda no antigo testamento.
BASE BÍBLICA PARA O JUÍZO INVESTIGATIVO NO ANTIGO TESTAMENTO
Em Dt 19 encontramos o termo DARASH = investigar.
No Sl 11:4-5 está claro que no céu, em seu santo templo, o Senhor sonda, inspeciona (BAHAN), investiga os justos e os ímpios.
Veja que há contexto bíblico para a crença em um Juízo Investigativo.
GN 3 (Adão e Eva) - Descreve um julgamento legal, uma investigação legal. Vários comentaristas concordam que no inicio da Bíblia há um processo investigativo.
Perceba os passos: Há uma entrevista investigativa, são declarados culpados, uma sentença é proferida, então, um plano de redenção é oferecido. Deus não está interessado em descobrir quem é culpado para punir, mas para salvar.
GN 4 (Caim e Abel) - No verso 9 Deus começa a investigar Caim, no verso 11 Deus profere um veredito, no verso 15 Deus manifesta sua graça.
"Coabitou o homem com Eva, sua mulher. Esta concebeu e deu à luz a Caim; então, disse: Adquiri um varão com o auxílio do SENHOR ". Seria: "adquiri um varão, o Senhor, meu auxilio" - Eva pensou que seu primeiro filho já seria o Messias. Infelizmente ele tornou-se o primeiro homicida.
GN 6 (O Dilúvio) - Antes de fechar a porta da graça Deus desenvolve um processo de Juízo Investigativo. No verso 5 e 12 Ele faz investigação, no verso 7 e 13 Ele dá uma sentença, no verso 8 a graça aparece. Deus tem um trabalho, uma especialidade. O negocio de Deus é salvar pessoas.
Percebe-se que de Gn 6 a 9 há um kiasma. O centro é 8:1 - graça, onde vemos que Deus lembrou-se de Noé.
GN 11 (A Torre de Babel) - No verso 5 Deus desceu para investigar. Veio examinar todas as evidências. Ele não fica lá na sua transcendência e de lá manda um recado frio. Ele veio aqui ver de perto o que estava acontecendo. Já no verso 6 chega-se a conclusão final. A sentença é dada no verso 7, a graça se manifestou no fato de Deus ter poupado
aquele povo dando-lhe uma nova chance.
GN 18 (Sodoma e Gomorra) - Nos versos 20, 22, 25 encontramos o processo de investigação, e em 26-33 a graça queria se manifestar, como não encontrou nem dez justos tirou Ló e sua família pelo braço. Está declarada a sentença condicional de destruição antes de punir alguém Deus desenvolve um processo de investigação e disponibiliza sua graça.
Em hebraico RIB é o termo técnico para juízo. Significa juízo investigativo ou processo legal.
Em Is 3:13, 14; Os 4:12 (O Senhor traz um rib contra o povo), em Mq 6 todo o capitulo é apresentado no sentido de julgamento.
NO A.T HAVIAM 6 PASSOS PARA UM JULGAMENTO LEGAL
1. Preâmbulo
2. Prólogo Histórico / descreve o que Deus fez ao longo da história.
3. Estipulações / cada um fazer baseado na gratidão e não na obrigação.
4. Bênçãos
5. Maldições
6. Testemunhas
Todo o livro de Deuteronômio é estipulado de acordo com esta estrutura. Quando o povo quebrava a aliança, Deus o trazia para o processo legal de julgamento investigativo (RIB). Num processo legal o rei começa com as testemunhas.
Temos em Miquéias 6 a descrição de um processo legal de juízo investigativo:
(1) Mq 6:1 - Testemunhas
(2) V. 2-5 - Preâmbulo
(3) V. 3-5 - Prólogo histórico
(4) V. 8-12 - Acusações e estipulações.
(5) V. 13-16 - Veredicto e maldições (no modelo de Dt 27, 28).
(6) Sentença
Em Dt 7:9 é descrito um pecador penitente aguardando o julgamento na certeza da salvação de Deus ao vindicá-lo, a graça.
MAS O ARGUMENTO MUITO USADO É: O termo Juízo Investigativo não existe na Bíblia
Isso é verdade, não encontramos as palavras JUÍZO INVESTIGATIVO na Bíblia, contudo, diante do estudo anterior como resposta entendemos que ele acontece já no A.T.
Se pelo fato de não haver as palavras na Bíblia o juízo não existe, deveríamos também considerar não haver TRINDADE, pois também não existe na Bíblia, será que não existe Deus Pai, Filho e Espírito Santo?
O JUSTO É INVESTIGADO, MESMO JÁ ESTANDO PERDOADO?
A Bíblia apresenta que até homens santos como Paulo passará pelo julgamento. 2Co 5:10 "Porque todos devemos comparecer perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal." ou Rm 14:10. Quem falou essas palavras? O estava querendo dizer quando disse "todos devemos", será que não se incluia? Até ele achava que passaria no julgamento!
Jo 5:22 - "E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo".
1Pe 4:5 - "Os quais hão de prestar conta ao que está preparado para julgar os vivos e os mortos".
1Pe 4:17 - "Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?"
Tg 2:12 - "Assim falai, e assim procedei, como devendo ser julgados pela lei da liberdade". A norma do juízo é a lei da liberdade.
1Tm 5:24 - "Os pecados de alguns homens são manifestos, precedendo o juízo; e em alguns manifestam-se depois".
Apesar do grande e valoroso servo de Cristo que foi Paulo, a Bíblia diz em uma das cartas de PAULO que TODOS VÃO COMPARECER, e todo são TODOS!
O julgamento não é para tirar as dúvidas de Deus, mas dos homens, para que conheçam claramente a sua justiça.
E mais... lembremos que um tribunal não é estabelecido apenas para condenar, mas para absolver, declarar inocente, livre, sem culpa.
Há uma outra problemática, quanto a Hb 1:3 e 9:23 quando alguns fazem acusações dizendo o seguinte:
Hb 1:3 "Sendo ele o resplendor da sua glória e a expressa imagem do seu Ser, e sustentando todas as
coisas pela palavra do seu poder, HAVENDO ELE MESMO FEITO A PURIFICAÇÃO DOS PECADOS, assentou-se à
direita da Majestade nas alturas".
Hb 9:23 "Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu FOSSEM PURIFICADAS
com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes."
Essa argumentação está fortemente baseada no tempo do verbo "purificar", conforme encontrado na Almeida.
Purificar é tradução do verbo grego "katarizo", aqui flexionado como "katarizesthai". Se vc compulsar
um texto morfológico do NT Grego, com o Novo Testamento Grego analisado Morfologicamente, ou a versão
morfológica do texto de Westcott-Hort, verá que esta forma do verbo é indicada como V-PPN, ou seja Verbo
PRESENTE, PLURAL, NEUTRO. Logo, o autor de Hebreus aqui não falava que as coisas celestiais "foram"
purificadas no passado, nem mesmo que as coisas terrestres "foram", mas que as coisas terrestres "são"
purificadas. Obviamente o presente aqui é quase gnômico e pode ser entendido como um recurso retórico,
trazendo a realidade da tipologia do santuário para as mentes de seus leitores/ouvintes. Em suma,
argumentar baseado no suposto tempo passado do verbo purificar é argumento de nenhuma solidez. Aliás,
mesmo o leitor desatento pode notar que o texto está contido em um contexto de inauguração mais que do
Yom Kippur. O contexto imediatamente anterior fala da inauguração do tabernáculo, quando Moisés o
purificou/ou consagrou (Ex 24:8). A utilização de "Katarizo" não é problema algum, visto que o conceito
de purificação, como assinalou Adam Clark, "não é apenas de limpeza de contaminação, mas de dedicação ou
consagração". Veja que os utensílios, embora "incapazes de cometer qualquer impureza moral" foram também
"purificados". O verso 18 fala da consagração do santuário, utilizando o mesmo termo grego encontrado
na LXX em Números 7. Mas, mesmo concedendo que o tema do verso seja unicamente o Dia da Expiação - o
que dificilmente pode ser mantido - o uso do presente ao invés do passado, indicando o ato continuo da
ministração celestial de Jesus Cristo, milita contra sua intepretação que aponta a "purificação" como
um ato passado.
Quanto a Hb 1:13, o texto não apresenta qualquer problema, pois ele não fala do ato da purificação, mas
de Cristo se tornando nossa purificação (é um substantivo, não um verbo). Além disso, é apenas baseado
em Seu Sacrifício que Ele pode ministrar em nosso favor. Ademais, o verso dia que Ele fez purificação
pelos nossos pecados não pelo Santuário, como está no capítulo.
Dessa forma, o tempo do verbo grego está no tempo presente, não no subjuntivo ou no passado, quando isso
exigiria o subjuntivo no grego, ou seja "katarizetai" e não "katarizesthai" que é um infinitivo. Logo, é
um erro alegar que na Palavra de Deus está "purificassem", quando a tradução correta é no presente "são purificados". A tradução não tem maior peso que o original.
Ainda que o verbo fosse no passado, precisaríamos entender que "purificação" no contexto bíblico nem
sempre quer dizer apenas "limpeza", mas pode significar "consagração" ou "dedicação".
Outro ponto importante é que não há como provar que Hb 9:23 pode ser exegetica e legitimamente ligado a
Hb 1:3 e que o autor de Hebreus queria falar do passado, utilizando tempo presente.
O estudo da bíblia não deve ser feito com base em textos isolados, mas deve ser feita considerando que
a Bíblia foi escrita em outro idioma, com suas nuanças e significados que são perdidos acidental ou
propositadamente nas traduções... Aliás tradução vem do latim e quer dizer trair. Em linhas gerais, os
tradutores, muitas vezes são influenciados por sua linha teológica ou por controvérsias doutrinárias que
estão em foco.
Caso alguém não creia quanto nas conclusões acima, sugere-se acessar (http://septuagint.org/NT/), ir no
livro de Hebreus, capítulo 9 e verso 23, clicar sobre a palavra que começa com um k, então verá que este é um PPN.
É por isso que trabalhos de exegese sérios, são todos baseados não em citações infidáveis, mas em análise textual e histórica.
Diversos argumentos já foram levantados contrários ao que foi exposto anteriormente, contudo, muito aquém do que se espera de pessoas que se consideram teólogos e/ou estudiosos da palavra.
Uma exegese não pode ser subjetiva.
O exegeta cuidadoso, toma o texto em sua forma original buscando apreender os significados naquela língua, antes de afirmar que em nossa língua o significado era A ou B.
Outro argumento contra o juízo investigativo é que Jesus já nos perdoou e não há mais o que investigar.
Cristo aniquilou o pecado, assim como derrotou a Satanás na Cruz. Ele tornou sem eficácia o poder de ambos. Ele os destronou e nos arrebatou de seus domínios. Seu sacrifício lidou com o pecado como um princípio ao qual todo homem está sujeito, não com transgressões individuais. O claro contraste é que enquanto os sacrifícios do AT não tinham o poder de
prover plena purificação do pecador, necessitando ser repetido vez após vez, o Sacrifício de Cristo, nos limpa de nosso pecado de forma absoluta e eficaz, não necessitando de repetição. Isto não implica em limpeza do santuário, antes implica, tipologicamente, em transferência vicária destes pecados para o Santuário Celestial, onde um tratamento
escatológico e final é dado a este problema.
Não podemos confundir o pecado no nível do pecador como um princípio que permeia a vida do ser humano, com o lidar escatologicamente com o pecado em si.
Como podemos conceber que Cristo purificou os pecados do mundo, ou os eliminou, e ainda tenhamos que conviver com o pecado? É estrabismo teológico e exegético. Note que, biblicamente, embora a vitória de Cristo tenha sido alcançada na Cruz a consumação e o final daquele que foi derrotado ainda está no futuro.
Nós cremos e ensinamos que Jesus começou a obra de Juízo Investigativo em 1844, mas de modo algum que apenas a partir daí ele tenha começado a lidar com os pecados do povo.
A responsabilidade de cada ser humano é obviamente decidida antes que Cristo venha para chamar "os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo" (Jo 5:28-29). A ressurreição da vida e da condenação representam o juízo executivo de Cristo que pressupõe a terminação do juízo avaliativo. Neste texto se indica que as pessoas serão ressuscitadas não para serem julgadas, mas já julgadas. Se os que são ressuscitados para a vida eterna ou morte ainda tivessem que ser julgados, teríamos uma situação de incoerência, se já ressuscitam com seus destinos traçados então é que houve um pré-julgamento.
A necessidade de um juízo final, tanto em suas fases investigativa e executiva, foi efetivamente ensinada nos tempos do Velho Testamento mediante os rituais do Dia da Expiação. O grande Dia da Expiação era visto como um tempo de solene julgamento que tratava numa forma total e final com os pecados acumulados de Israel. Esse dia de juízo anual e purificação se fazia necessário pelos pecados que simbolicamente haviam sido transferidos e acumulados no santuário durante a expiação diária mediante os ritos.
Esses pecados acumulados de Israel eram eliminados num modo corporativo (todos os seus pecados/vossos pecados" - Lv 16:16, 22, 30, 34) e conclusivo ("sereis purificados" - Lv 16:30), através do elaborado ritual do Dia da Expiação, que incluía um sacrifício para o sacerdote, um sacrifício para o povo e a liberação de Azazel (Lv 16).
A função de julgamento do Dia da Expiação é também indicada pelo fato de que o povo era instado a "afligir" suas almas (Nm 29:7), ou seja, arrepender-se e confessar os seus pecados. A pessoa que recusasse participar desse arrependimento coletivo devia ser "extirpada do seu povo" (Lv 23:29).
Esse ritual simbolizava efetivamente, a entrada de Cristo no santuário celestial "para agora comparecer por nós perante a face de Deus" (Hb 9:24).
A vindicação era finalmente revelada mediante o rito do bode Azazel sobre o qual eram simbolicamente transferidos os pecados de Israel (Lv 16:21).
Azazel, um símbolo de Satanás, era levado ao deserto para ser ali abandonado (Lv 16:21-22) com isso indicando-se a permanente remoção e eliminação do pecado.
Tudo isso mostra que o Dia da Expiação assinalava o fim do processo de julgamento dos pecados e resultava no início de uma nova ordem. Simbolizava a disposição final e conclusiva de Deus dos pecados do povo como um todo e a restauração de um novo relacionamento do concerto.
A doutrina do juízo final incorpora muitas verdades vitais. Aponta à existência de uma ordem moral transcendente e um Governante Moral. Isso dá significado e seriedade a nosso viver diário. Revela que Deus atribui grande valor sobre cada pessoa, bem como sobre cada uma de nossas decisões e ações. Isso concede um senso de responsabilidade e valor moral a nosso viver. Reassegura-nos que Deus opera sobre o princípio de amor e liberdade, e que por fim todo o universo moral terá oportunidade plena de entender e aceitar a justiça e misericórdia de Deus. A vindicação da justiça de Deus resultará na vindicação de Seu povo.
O juízo final garante que o conflito entre o bem e o mal não perdurará para sempre, pois será encerrado por Deus numa forma final e decisiva. Ajuda-nos a vencer um tipo de religião centralizada no eu recordando-nos que nosso destino eterno está vinculado à vindicação cósmica e triunfo do amor e justiça divinos que garantirá a segurança eterna,
paz e harmonia deste universo e de seus habitantes.
Por fim, o juízo final nos inspira a viver vidas santas com gozo, confiança e esperança, enquanto aguardamos "a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus" (Tt 2:13).
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